O seguro de vida como elemento protetor da estabilidade econômico-financeira de um negócio

Um negócio está funcionando perfeitamente. Na sua estrutura, temos dois sócios: um que está contribuindo com a sua expertise técnica e experiência em gestão, enquanto o outro é responsável por injetar recursos financeiros para o desenvolvimento e expansão das atividades.

Eis que, em um dado momento da vida da empresa, aquele que é responsável pelos recursos vem a falecer.

A partir desse momento, o sócio remanescente tem duas opções:

  • Usar suas próprias economias em prol da continuação das atividades do negócio, transformando a empresa em uma EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) ou;
  • Encontrar outro indivíduo ou empresa que aceite ocupar o posto deixado pelo sócio falecido após a liquidação de sua participação em benefício de seus herdeiros legais, expediente muito comum nas sociedades empresariais de pequeno e médio porte.

Se o sócio remanescente não conseguir viabilizar uma dessas alternativas, a vida do negócio corre sério risco. O mesmo pode se ver forçado a realizar a dissolução da sociedade, comprometendo seus próprios ganhos e empregos de terceiros.

O seguro de vida, cuja importância está crescendo de forma exponencial no consciente da população, costuma ser automaticamente associado ao cenário de um provedor financeiro familiar perante seus dependentes.

Isso talvez ocorra muito em razão do trabalho de marketing e comunicação que se faz em torno do produto, quase sempre citando essa situação.

O que muitas vezes se ignora é que uma apólice de seguro de vida pode suprir situações que saem desse universo.

É perfeitamente legítimo, por exemplo, que um sócio faça um seguro de vida para si colocando o outro como beneficiário da apólice e vice-versa.

Vale salientar que nesse cenário há notadamente a existência de algo precípuo para que um contrato de seguro tenha validade: o interesse segurável.

Um sócio tem interesse em fazer um seguro de vida nessa situação visando a continuidade e preservação do negócio que possui em conjunto com o outro caso ele venha a faltar.

Essa possibilidade precisa ser devidamente divulgada e explorada pelo mercado de seguros, pois quando pensamos em larga escala, os impactos positivos dentro de uma sociedade econômica podem ser grandiosos.

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